Parapsicologia RJ - Guilherme Eduardo Kilian

TZOLKIN MAYA e PSICON

 

Guilherme Eduardo Kilian

(NIAC / ABRAP / Blog PPSI) e

Geraldo Sarti

(NIAC / ABRAP / IPRJ / IPPP / Blog PPSI)

Janeiro 2011

 

Tzolkin: tzolkin.JPG

Há 52 posições (quadrados faltantes na imagem abaixo) correspondem a portais energéticos no calendário, dias nos quais pela posição orbital dos planetas ao redor do sol, refletem maior quantidade de energia para a Terra.

52_portais.JPG

O tear Maya (Tzolkin) representa um momento no tempo, uma constante galáctica de 260 dias, que se repete eternamente.  Com sua interminável ronda de permutações. Em física existe a tabela periódica dos elementos, que é uma lista de todos os elementos.  Do Hidrogênio ao Urânio, incluindo todos os elementos raros, seu peso atômico e seu numero de isótopos.  É o que forma a terceira dimensão.  O Tzolkin é a tabela periódica das freqüências alem da terceira dimensão.

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Assim como existem 144 elementos, existem 260 freqüências galácticas. Todo som, toda luz, toda energia, toda informação é uma freqüência, uma vibração com um comprimento de ondas. Toda freqüência que vibra um período de tempo pode ser mostrada em um gráfico.  Podemos dar a ela uma forma que é modulada dentro do Tzolkin. Em outras palavras a matriz matemática contida no Tzolkin é muito mais que um simples calendário lunar.  Pode conter qualquer vibração e dar-lhe uma forma, desde o ódio ate o amor, passando por nosso código genético ate a luz ultravioleta.

Nosso código genético ou DNA que contem a informação para dar forma as células que vão se desenvolver como um ser humano, tem sua própria estrutura vibratória, nossos genes vibram.  Essas estruturas têm seis partes que se juntam para criar a dupla hélice torcida que todos associamos ao DNA.  É muito parecido em forma com o que vemos no Tzolkin. O primeiro relacionamento quando duas pessoas se aproximam, ocorrem em suas formas de onda, elas se acoplam, se neutralizam ou não.  A parte química sucede quando as formas de onda já se registraram mutuamente.  A humanidade inteira tem uma única forma de onda, que se move e cresce no tempo, nosso planeta tem sua própria forma de onda, resultado de sua vibração particular.  O sol também tem sua própria forma de onda, o mesmo acontece com o sistema solar em seu conjunto.  A galáxia é uma grande forma, que contem todas as outras, ondas dentro de ondas, tudo em movimento dentro do oceano galáctico eletromagnético.  Infinito número de ondas, girando em seu caminho pelas geometrias do tempo, formas de pensamento, comprimentos de onda buscando seu caminho de retorno à fonte original, ou seja, “Deus”.  Todas essas ondas são reguladas pela constante galáctica, o Tzolkin.  Os raios de luz com diferentes números de ciclos, com diferente freqüência, matrizes que podem ser medidas ou moduladas pela matriz interdimensional do Tzolkin.  Um tecido cósmico que se tece através das experiências produzidas pelos sentidos. Um raio tece a forma de onda de todos os seres do universo, com padrões geométricos, com formas de ondas reguladas pelas constantes do Tzolkin.  O raio regula as freqüências de tal maneira para que as diferentes formas de onda se acomodem entre si, cada uma com sua forma particular, dessa maneira vai sendo tecida a tela cósmica do universo.  Somos uma forma eletromagnética, e o reflexo da forma de onda interdimensional de todo o universo. Somos o todo e a parte.  Quando estamos em sincronismo com as formas de onda, com os ciclos do sol, da lua, com as rotações dos planetas, fluímos com a vida. Encontramos a harmonia e o segredo de todos os ciclos do universo.

Para os Mayas tudo que existe é composto de partículas.  Partículas que estão em continuo movimento e em constante vibração.  Tudo que vibra pode ser representado em forma de onda.  Toda forma de onda pode ser representado dentro da matriz de Tzolkin.  Tudo quanto existe pode manifestar-se dentro dessa matriz matemática.  Uma partícula pode ser entendida como uma parte constitutiva de um átomo.  Um ser humano, um planeta, ou uma galáxia.  Para entender melhor, pensemos que as partículas são como os atores de uma obra.  Essas partículas em um momento determinado no tempo, ocupam um lugar localizado no espaço.  O local no espaço e o lugar no tempo, o espaço-tempo, é como o cenário da obra onde as partículas se movem. Existem também forças ou energias que movimentam as partículas permanentemente no espaço-tempo, fazendo com que elas interatuem umas com as outras.   Pensemos nessas energias ou forças como o roteiro que essas partículas ou esses atores devem seguir no cenário ou no espaço-tempo.  Cada atuação é única e irrepetivel, e diferente de todas as outras atuações que se sucedem no cenário. Podemos dizer então que a obra é uma soma de todas as diferentes atuações.  A obra também é influenciada pela interação de todos os atores com a platéia que por sua vez influi em cada atuação.  Ou seja, a platéia como um espelho através do qual a atuação reage consigo mesma e com as outras atuações.  Para os Mayas existem milhares de milhões de possibilidades para que essas partículas se configurem no espaço tempo, por isso para eles o universo é a soma total de todas as possibilidades. “Deus” é a soma total das possibilidades que todos os átomos, seres humanos, estrelas ou sóis podem viver, e as novas possibilidades que resultem do reflexo de umas contra as outras eternamente.

A matriz Maya Tzolkin é formada por 260 posições, 13 números por 20 glifos solares, 260 é uma fração ou uma proporção de 26 mil anos, tempo que dura um “dia galáctico” e é o mesmo tempo que dura um raio de luz ao viajar desde o centro da galáxia ate o nosso sol.  Dentro do Tzolkin estão codificados todos os tipos de energia, matéria e vida, que podem se organizar com a informação divina. Se considerarmos a matriz do tzolkin como uma unidade e a repetirmos indefinidamente ate que voltasse pelo outro lado para colar-se adjacente a ela mesma, todo o universo poderia ser codificado nessa gigantesca matriz.   Para os Mayas toda a criação existe quando se aglutina estruturalmente a matéria em uma serie de matrizes que suportam padrões de informação de origem divina.  Matrizes entrelaçadas umas dependentes de outras, de uma maneira hierárquica orientam a propagação da existência.

 As 260 posições da matriz do Tzolkin Maya estruturam os diferentes tipos de energia que se manifestam na terceira dimensão do universo, 4 campos cada um com 36 posições dão 144 elementos diferentes possíveis da matéria, dos quais 118 estão classificados pela ciência na tabela periódica química, 144 unidades de energia radiante, são formas distintas de energia denssificada, matéria que se organiza de acordo com uma informação de origem divina, formando a estrutura da matéria na terceira dimensão.

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Dois campos, cada um com 16 posições de cada lado da “coluna mística”, representam 32 unidades de energia cristalina.

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Dois campos nos locais centrais, cada um com 32 posições, dão os 64 aminoácidos, a energia genética onde esta codificada a informação humana, o DNA.

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A forma física do ser humano é resultado da organização de luz e energia de acordo com uma informação codificada de origem divina.  É o que produz a forma de onda de cada um de nós.  Os Mayas nos deixaram o código da luz, em suas posições centrais esta escrito o código da vida, são 64 combinações possíveis de 4 aminoácidos básicos que tem a informação necessária para replicar a vida inteligente.


FONTE: Los Dueños Del Tiempo. Las Siete Profecias Mayas. Realizado por: Arcobaque Haus, Fernando Malkún. (Documentário).

 

TZOLKIN e PSICON

Efetivamente, as ondas que os Mayas desenharam nos seus Tzolkins são as própria ondas planas que nós chamamos de Psicons como os elementos estruturais da(s) mente(s).  Pode ser verificado que elas são parcialmente imaginárias em relação à 1ª dimensão em que estão ondulando.

Isto é mais marcante ao observarmos a amplitude (máxima) destas ondas, o que ocorre a 90°.  Como elas são representáveis matematicamente pelas expressões a seguir:

PSI= cos k(x - vt) + i sen k(x - vt) , quando k(x - vt) ,isto é, a estrutura do espaço - tempo expressa ondulatoriamente, for equivalente a 90°, então a amplitude do Psicon é somente "i".

Como toda a realidade está contida na "estrutura do espaço-tempo", pode-se inserir nesta estrutura qualquer elemento da Realidade, por exemplo, "matéria" M.

Então, se a representação ondulatória é intrínseca, em Física, como também representativa das partículas ou massas M, quando o Psicon atinge os 90°, resulta, simplesmente iM.

Matematicamente, foi demonstrado por Hamilton, que o Spin é o "i", o elemento matemático simbólico que liga a hiperdimensão à dimensão que a precede, como uma "hierarquia que não termina".

Claro que o mesmo raciocínio aplica-se às nossas 3 dimensões e à 4ª dimensão, que ficam ligadas pelo "i" como uma constante elástica universal, do tipo Sakharov, importante físico russo, que foi banido pelo sistema.

O Psicon "i" é o que Freud chama de Inconsciente, e qualquer símbolo agregado a ele pode ser projetado para a Realidade, mesmo que ela não exista. O contrário não é possível, por imposições de todo tipo que se quiser.  Como diz o próprio Lacan, "o Símbolo" antecede a Realidade e o Imaginário situa-se no registro do Simbólico.

Lacan tem frases como "a mulher não existe" e mesmo, a "Realidade não existe". Neste caso, a relação ou Link, que mantemos com o Real, seria ela própria o Imaginário.  Deve ser acrescentado que esta relação deve ser emocional, isto é, o Link é emoção e a Culpa parece ser a emoção que dá negatividade, ou que gera a repressão, da emoção positiva. Por exemplo, "o ódio é a culpa do amor e deve ser reprimido”.

A Relatividade Geral admite tipos infinitos de escolhas entre quatro dimensões.  Estas escolhas são implícitas na definição da gravitação. A matéria não é elemento essencial dela.

As ondas dos Mayas poderiam ser senos e cossenos.  A análise, mesmo destas ondas reais teóricas mostra que elas são Hiperlumínicas, taquiônicas.  Ou, o que dá no mesmo, fisicamente impossíveis.  Entretanto, toda a Física, toda a Geometria, toda a Matemática etc., utilizam-se delas, na maior "cara de pau".  Depois dizem que não somos sérios, que o fenômeno PSI não existe, isto é, que eles são os donos oficiais da Verdade e nós, meros trapaceiros ou charlatães ou confusos loucos e vai por aí a fora.

Finalmente, os Psicons criam os senos e cossenos teóricos e também os "pacotes de onda" que são associados à realidade física, pelo princípio da complementaridade.

Mas, fica a interrogação em aberto: MAYA = ILUSÃO.

 

Finalizando

Tateando praticamente na escuridão, cada vez mais vamos fazendo conexões entre culturas e pontos de vista diversos, correlacionando com a ciência atual.  Este é um esforço Hercúleo para trazer Luz às nossas consciências, e às consciências de tantos quantos se interessem com seriedade por questões profundas relacionadas com a evolução individual e planetária.

Encerramos com palavras de Anton (representante dos Guardiões superiores do primeiro escalão do comando planetário) extraídas do terceiro volume da trilogia “O reino das sombras”, pelo espírito Ângelo Inácio, psicografado por Robson Pinheiro:

“- Lamentável é reconhecer que, mesmo entre aqueles que pretendem ser os seguidores do Cordeiro no mundo, vemos a grande maioria hipnotizada pelos encantos, conceitos e desinformações expressas através da televisão, do rádio, da mídia impressa e eletrônica. Aguardemos o amadurecimento dos homens residentes do planeta Terra, a fim de que possa ser dissipado o maia – a grande ilusão da alma, segundo o hinduísmo, a ilusão insuflada aos sentidos pelo sistema vigente – e então os indivíduos acordem para a realidade que existe alem do véu da fantasia e da ilusão.”