Parapsicologia RJ - Geraldo dos Santos Sarti

DIRAC PRESSUPÔS O PSICON QUANDO
PREVIU A EXISTÊNCIA DE ANTIPARTÍCULAS
EM 1928: PÓSITRON

 

Geraldo dos Santos Sarti

ABRAP - IPPP - Junho/2008

 

Velocidades maiores que a da luz levam
ao número 
no fator de correção

relativístico de Fitzgerald (link) da transição psicônica.

 

EQUAÇÃO DE DIRAC

 

 

                                         ( 1 )

D' Alembert de 1ª ordem:

     =                                               (  2 )

Onda plana (psicon):

 

                 ( 3 )

 

Substituindo ( 3 ) e ( 2 ) em ( 1 ) e eliminando a quantidade de movimento  p, pois Dirac supôs a partícula em repouso, vem:

 

                                       ( 4 )

 

 

Cancelando os termos idênticos aparece a energia negativa de uma partícula em repouso:

A igualdade ( 4 ) tem como denominador o tempo imaginário icdt, que é igual à dimensão 4, real e ortogonal às nossas dimensões espaciais:


dx4  =  icdt                                              ( 5 )

v4  =  ic                                                   ( 6 )

 

Sabe-se que o intervalo métrico da relatividade é

                               ( 7 )

Onde

 Se  dl > cdt então    e , isto é, dS imaginário         ( 8 )

Por ( 5 ), fazendo

 vem:

                           ( 9 )                           

Como o termo entre parêntese é positivo, então:

dS2  <  0, isto é, dS é imaginário     ( 10 )

Veja-se que para ( 5 ) verificado (tempo imaginário), ( 10 ) e ( 8 ) são iguais:  velocidade maior que a da luz (PSICON).

Vejamos o que diz o Prof. Henrique Fleming, físico, da USP no Site e-física - Ensino de Física on-line:

"A proposta de Dirac para resolver o problema dos estados de energia negativa é: todos os estados de energia negativa estão preenchidos e esta situação é o que chamamos de vácuo.  Isto faz sentido porque os elétrons são férmions e como se sabe "só cabe um férmion em cada estado".  Vivemos no meio dos estados de energia negativa mas não os vemos.  No entanto, quando um desses elétrons de energia negativa recebe energia suficiente (2mc2) para pular para um estado de energia positiva, deixa "no mar de estados de energia negativa" um buraco, e este é observado (como uma partícula de energia positiva e carga positiva, isto é, o oposto à do elétron).  Logo, quando um elétron de uma energia negativa pula para um estado de energia positiva, aparecem duas coisas:  o próprio elétron, agora "visível" e o buraco: chama-se isso de produção de um par elétron-pósitron, o primeiro exemplo de anti-matéria."

Possivelmente, a diferença entre um PSICON e um PÓSITRON é que um representa energia imaginária, o outro, uma energia positiva.  Enquanto o psicon é o mar de energia imaginária, o pósitron surge do mar de energia negativa.

Eu acredito que o mar psicônico possa ser furado por mudanças de estado no espectro contínuo de energia para partículas livres.

O acelerador de Hádrons, do CERN, Paris - Bruxelas, procurará uma partícula, Higgs, no chamado Projeto Higgs, este ano de 2008 ainda, capaz de dotar de massa o  Quark.  Pode ser que surjam nos experimentos energias provenientes do mar psicônico, conforme nossos estudos neste site, particularmente "PSICONS e LINK PSICOCINÉTICO".